Surdez na escola: como trabalhar para a inclusão dos alunos

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As políticas educacionais estão cada vez mais voltadas para a promoção da inclusão. Desse modo, crianças que apresentam algum tipo de deficiência física (motora, auditiva, visual etc.) ou mental podem estudar no ensino regular, o que favorece a quebra de preconceitos. Tendo isso em mente, hoje vamos falar sobre surdez na escola, e os desafios enfrentados por alunos e professores. Boa leitura!

Surdez na escola: entendendo as necessidades dos alunos

O primeiro passo para lidar com a questão da surdez dentro da escola de ensino tradicional é entender as necessidades dos estudantes. Dependendo do tipo e do grau de dificuldade auditiva que apresentem, as crianças precisarão de atenção especial para acompanhar as aulas.

Em alguns casos, por exemplo, pode ser preciso contratar um tradutor de Libras (linguagem brasileira de sinais), em outros será necessário apenas que a criança sente-se nas primeiras cadeiras da sala. Tudo vai depender do aluno, do fato de ele usar ou não aparelho auditivo e do seu desenvolvimento.

Também pode ser importante que a escola tenha um cuidador na classe. Ou seja, alguém com conhecimento pedagógico para dar esclarecer dúvidas que as crianças com problemas auditivos possam ter e ajudar na realização dos exercícios. Assim, esse profissional divide a rsponsabilidade com o professor.

Por todos esses fatores, as escolas precisam compreender qual a real necessidade das turmas que possuem. Apenas assim, será possível fazer os ajustes essenciais para integrar todos os estudantes de maneira equitativa, sem cair em generalizações e preconceitos.

Surdez na escola: provovendo a interação entre as crianças

A partir do momento em que a escola cria um ambiente estrutural que preza pela inclusão, ela deve trabalhar a interação entre os alunos. Desse modo, é mais do que importante propor atividades que incentivem o aprendizado em equipe, fazendo os pequenos lidarem com as diferenças de forma natural.

Vale a pena criar trabalhos que gerem um conhecimento aprofundado sobre a temática da surdez, ajudando a desmistificar preconceitos. O importante é ter ações que façam com que os estudantes com dificuldade auditiva não se sintam marginalizadas nem com menos capazes de aprender. Para isso, algumas dicas são importantes para ajudar na interação.

Não grite

Explique que as crianças podem falar com os colegas surdos em um tom de voz natural, e aumentarem o tom apenas se eles solicitarem.

Fale de frente para a pessoa

Na hora de conversar com alguém que tenha deficiência auditiva, é importante ficar de frente para a pessoa. Explique isso aos alunos.

Não fale enquanto mastiga

Comer um lanche enquanto conversa pode até ser uma atividade bastante comum, mas não é funcional para quem tem problemas de audição. A mastigação pode atrapalhar a compreensão dos sons, gerando problemas na comunicação.

Surdez na escola: a capacitação dos professores

O papel dos professores é essencial quando se trata de trabalhar a surdez na escola. Afinal de contas, esse profissional está na linha de frente no contato com os estudantes e é o responsável pela transmissão do conteúdo acadêmico.

Sendo assim, é importante oferecer treinamento para os docentes aprenderem a lidar com o público surdo, tanto em termos pessoais como pedagógicos. Desse modo, será possível promover atividades inclusivas e criar um processo de aprendizagem mais dinâmico.

Bem, diante de tudo o que explicamos, fica fácil perceber que uma série de fatores afeta a questão da surdez na escola em termos de inclusão. Isso inclui desde capacitação dos professores até questões estruturais do ambiente educacional, assim como ações que promovam interação e quebra de preconceito entre as crianças.

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