Conheça a história do dentista Marcos Andrade que redescobriu o prazer de ouvir com seu aparelho auditivo Categoria:

 

O dentista Marcos Andrade, 40 anos, há cerca de dois anos começou a sentir dificuldades em ouvir bem as pessoas em ambientes ruidosos. “Lembro que comecei a perceber aos poucos a perda da audição, primeiro aumentava o som da televisão e minha esposa sempre falava que estava alta, depois em ambientes sociais com amigos, teve até uma vez que até fui embora de um bar, pois não conseguia escutar e isso me irritou bastante. E quando estava em um show e um amigo me perguntou por que eu estava gritando para falar, senti que tinha mesmo algo acontecendo, como eu não estava escutando acabava falando muito alto”, recorda o dentista.

Com a insistência da família Marcos resolveu buscar ajuda profissional e teve seu diagnóstico de perda auditiva confirmado. “Junto com a confirmação do diagnóstico veio a necessidade do aparelho auditivo e procurei uma marca de referência em aparelhos auditivos na internet, e encontrei a Menthel. O atendimento fez a diferença, em momento nenhum fiquei constrangido, pelo contrario, me senti muito acolhido. Sempre muito atenciosos, ouvindo o cliente para atender às suas necessidades e sanar as dificuldades, sempre com muita paciência”, confirma Marcos.

As mudanças com o aparelho auditivo foram rapidamente percebidas e comemoradas. “Foi muito tranquilo me adaptar com o aparelho auditivo. Hoje escuto sons que não existiam mais para mim, como os sons de passarinhos, de ouvir uma música entendendo as letras com clareza e até quando minha filha de oito meses chora no quarto ao lado. Escuto melhor as pessoas e não tenho mais o constrangimento de ficar pedindo para as pessoas repetirem a fala para eu poder entender”, comemora.

 

Para Marcos o prazer de ouvir facilitou superar qualquer dificuldade. “A pessoa que necessita do aparelho auditivo precisa inicialmente ter paciência, pois gradualmente a Fono irá regular o aparelho ate chegar ao ponto adequado, quanto mais passar informações e as experiências no dia a dia, mais fácil será chegar no ideal. Hoje eu percebo que ainda existe muito preconceito sobre a perda auditiva e é preciso tratar o assunto de forma mais leve. Entender que da mesma forma que as pessoas usam óculos devido a deficiência visual, nós precisamos usar aparelho auditivo. Eu ficava constrangido antes, sem o aparelho, pedindo para as pessoas repetirem ou até mesmo fingindo que escutei, e agora tudo está bem diferente e recuperando o prazer de ouvir”, conclui.