Conheça a história da pequena Isabela Vasconcelos e como o aparelho auditivo virou essencial para o seu desenvolvimento Categoria:

A psicóloga Juliana Vasconcelos, 37, mãe da pequena Isabela Vasconcelos, 6 anos, começou a conviver ainda na fase bebê de sua filha com as preocupações da perda auditiva. “Um dos primeiros indicadores de que podia existir algum problema com a audição foi o teste da orelhinha, comum em bebês, lembro que a médica falava que o teste não “fechava” e eu não entendia bem o porquê e mesmo indo a outros médicos não houve logo uma confirmação de perda adutiva, até por que Isabela desenvolvia bem e já balbuciava algumas palavras, o que afastava maiores preocupações”, recorda Juliana.

Sem um diagnóstico confirmado e vendo que Isabela ia crescendo e respondendo aos estímulos, a família não viu a necessidade de continuar a realizar testes e exames. “O desenvolvimento de Isabela era compatível com sua fase e isso nos deixava mais tranquilos. Mas quando ela já estudava por volta de quatro anos e inclusive tive a oportunidade de conviver com ela em sala de aula, como professora de inglês na turma dela, foi quando pude perceber que o barulho dos amigos e o agito da sala a incomodava bastante. Lembro que ela levava às mãos aos ouvidos em um sinal claro de incômodo. Além disso outros sinais iam surgindo com mais frequência, pedia muito para repetirmos o que tínhamos falado, e, demorava a responder sempre que estava fazendo outra atividade”, explica a mãe de Isabela.

Juliana sentiu que precisava insistir e buscar ajuda especializada. “Conseguir fechar o diagnóstico levou um tempo, os médicos sinalizaram uma perda auditiva, mas precisavam de um exame final onde havia uma carência de profissionais que atendessem a crianças. Com esforço conseguimos e tivemos a confirmação da perda auditiva e o aparelho auditivo foi o tratamento indicado. O susto foi grande, muitas coisas passaram na cabeça e bateu aquele medo de pensar que ela teria dificuldades em sua vida”, desabafa Juliana.

Foi nesse momento que encontrou a Menthel. “Foi uma benção nas nossas vidas. Passar por toda essa nova fase com uma equipe atenciosa, séria e muito profissional, fez toda diferença. A adaptação de Isabela foi muito tranquila, a aceitação dela melhor ainda, faz questão de usar os aparelhos e até apelidos carinhosos ela deu e os chama de “Sebastião e Linguado”, personagens que adora do filme da pequena sereia. Sou muito grata a todos da Menthel por cuidarem tão bem da minha filha. Todo desenvolvimento dela está melhor, na escola é perceptível, a relação com os amiguinhos é ótima e também a convivência com toda família”, afirma a psicóloga.

Hoje Juliana reconhece o benefício que o aparelho auditivo trouxe para vida de Isabela e tudo que ela tem aprendido com ele. “Sei que é um desafio reconhecer que existe um problema com nossos filhos e vamos adiando, mas depois que vi a alegria dela usando os aparelhos é algo sem comparação. Usar aparelhos para ela faz parte da sua vida, apesar de ser muito discreto ela fala sempre que alguém pergunta que usa aparelhos para ouvir melhor. E eu só posso ficar realizada em proporcionar isso à ela, quem não escuta bem passa por limitações e ela abriu seus horizontes e vai continuar crescendo assim. Ela ganhou vida nova com os aparelhos e eu também”, conclui Juliana.

Juliana Vasconcelos é mãe de Isabela Vasconcelos, paciente da Menthel desde 2016.